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Re: Bombeiros Contra Bombeiros em Chaves: Agressões e Insultos

em Dom Ago 03 2014, 13:01
Flavienses com 18 Bombeiros

Demitiram-se 34 dos 52 bombeiros do corpo ativo. Falam em situação "insustentável".

As fardas e capacetes foram sendo retirados aos poucos do quartel dos Bombeiros Voluntários Flavienses.

O último grupo dos 34 bombeiros que se demitiram em rota de colisão com a Direção da Associação, saiu após as 23h59 de anteontem. 

No exterior, bombeiros e amigos juntaram-se numa vigília que terminou em confrontos entre os demissionários e os que apoiam a Direção. 

"A situação que se vivia atualmente neste corpo de bombeiros era insustentável, com pessoas a serem perseguidas e ameaçadas", referiu o porta-voz dos bombeiros demissionários, sem especificar. 

Os bombeiros acabaram por apresentar o pedido de passagem à reserva, uma vez que a Direção decidiu manter-se no cargo. "Demos um prazo à senhora presidente para se demitir e, como ela não o fez, saímos nós", explicou ao CM António Duarte. 

O comandante dos Bombeiros Flavienses já tinha renunciado ao cargo, acabando por ser seguido por 34 dos 52 elementos do corpo ativo. 

Desde ontem os Bombeiros Flavienses asseguram apenas os serviços mínimos, passando o restante serviço a ser assegurado pelo corpo de Salvação Pública de Chaves. Vários autarcas já manifestaram a sua preocupação. A Direção não se pronunciou.
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Bombeiros Contra Bombeiros em Chaves: Agressões e Insultos

em Sab Ago 02 2014, 19:02
34 dos 52 elementos do corpo ativo da corporação demitiram-se em protesto contra a presidente da corporação.

Os Bombeiros Voluntários de Chaves demitiram-se «em protesto» contra a permanência da presidente da corporação no cargo, a quem exigem a demissão por alegadas perseguições e pressões.

Dos atuais 52 bombeiros do corpo ativo da corporação, 34 demitiram-se, tal como o comandante, Almor Salvador, que há três meses está em rutura com a direção, disse à agência Lusa, nesta quinta-feira, o chefe dos Bombeiros Flavienses, António Duarte.

Enquanto estavam concentrados frente ao quartel à espera das 00:00 para cessar funções, alguns elementos da corporação envolveram-se em agressões, obrigando à intervenção da PSP.

«Tal como havíamos anunciado, se a presidente da direção não se demitisse até hoje, abandonávamos nós o quartel e assim fizemos», declarou.

Segundo António Duarte, alguns bombeiros da corporação andavam a ser «perseguidos e ameaçados» pela direção, por motivos pessoais «há meses».

O comandante, não compactuando com a situação, também já havia anunciado a renúncia ao cargo, acrescentou.

«Saímos tristes porque a grande maioria dos bombeiros estava na corporação há anos, mas a direção não nos deu outra opção, não podíamos continuar a trabalhar naquelas condições», explicou António Duarte.

Os 34 bombeiros demissionários passaram agora para o quadro de reserva da corporação.

O chefe dos bombeiros revelou que a presidente da direção, Helena Barreira, «nunca se dignou» a falar com eles, demonstrando o «total desinteresse e desrespeito» pelos bombeiros.

A partir de 1 de agosto, o quartel dos Bombeiros Voluntários Flavienses fica em «serviços mínimos», estando a população «mais desprotegida», lembrou.

«O socorro às populações e bens vai ficar em causa porque o quartel vai ficar com menos gente, logo na altura crítica dos incêndios», considerou António Duarte.

Em declarações à Lusa, a presidente da instituição rejeitou as acusações de que é alvo, garantindo «nunca» ter tido intenções de se demitir.

«Quando os bombeiros falam em perseguições, só se eles se referem a um processo disciplinar que levantei a uma bombeira, em fevereiro deste ano, por me ter desrespeitado e insultado», explicou.

Helena Barreira garantiu que a população de Chaves não irá correr perigos porque o quadro de reserva da corporação é «vasto» e foi contactado para reassumir funções.
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